CRIANÇA PROTEGIDA NA ESCOLA
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Na manhã do dia 13 de março de 2019, ocorreu a tragédia que ficou conhecida como “Massacre de Suzano”, na Escola Estadual Raul Brasil em São Paulo. Dois exalunos da escola, assassinaram vários alunos e funcionários, antes de serem mortos pela polícia no próprio local.

Algumas semanas depois, ainda sob o impacto da tragédia divulgada pelos veículos de comunicação para todo o Brasil e sabedor que os criminosos só conseguiram acessar o local por serem ex-alunos, o que não despertou em nenhum momento a atenção dos vigias para suas intenções, entendi a necessidade de elaboração de um projeto que impedisse o acesso à escola de quem não estivesse nela cadastrado e autorizado à adentrar. Dias depois, Deus gerou no meu coração o projeto CRIANÇA PROTEGIDA NA ESCOLA.
Uma forma de impedir que outros massacres como o ocorrido na cidade de Suzano novamente acontecesse. O projeto implica em cadastrar cada criança, professor e outros profissionais da educação, que necessitem acessar às unidades de ensino, sendo vedada a entrada de quaisquer outras pessoas, senão mediante a identificação pessoal e liberação por parte da direção da escola.
Por meio da instalação de catracas eletrônicas – como sugeria o projeto no início – e atualmente com a utilização de câmeras com reconhecimento facial, no momento em que a criança adentra ao colégio, seus pais, ou outros responsáveis cadastrados no sistema, são automaticamente informados por meio de mensagens instantâneas, enviadas aos seus aparelhos celulares.
A medida, que no início foi instalada apenas numa escola particular da cidade de Saquarema, no Rio de Janeiro, está se tronando popular e já existem vídeos publicados nas redes sociais de sua instalação em outras cidades do Rio de Janeiro, além de outros estados do Brasil.
A lei autorizativa, aprovada na Alerj, permite ao gestor de qualquer município do Rio de Janeiro, fazer a instalação em sua cidade e, atualmente está sendo levada à tramitação em Brasília, pelo Deputado Marcos Tavares, para ser aprovada como lei federal, o que permitirá a proteção das crianças em todo o território nacional.
Washington Souza



