Pacientes renais cobram regulamentação urgente de direitos em Duque de Caxias
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APARC alerta autoridades sobre a necessidade de aplicação da Lei Federal nº 15.378/2026 na rede pública e privada de saúde

A APARC – Associação de Pacientes Renais Crônicos – Unidos pela Vida vem a público alertar autoridades municipais e a sociedade sobre a urgente necessidade de regulamentação do Estatuto dos Direitos dos Pacientes (Lei Federal nº 15.378/2026) no município de Duque de Caxias.
Pacientes renais crônicos enfrentam diariamente desafios que vão além do tratamento clínico, incluindo dificuldades no acesso à saúde, transporte adequado, assistência social e garantia de direitos fundamentais.
A ausência de regulamentação local compromete diretamente a dignidade e a qualidade de vida desses cidadãos, especialmente aqueles que dependem de hemodiálise contínua para sobreviver.
Segundo a entidade, a implementação efetiva da legislação no âmbito municipal é essencial para:
- Garantir atendimento humanizado
- Assegurar acesso a tratamentos e medicamentos
- Fortalecer a rede de apoio ao paciente
- Promover equidade no sistema de saúde
A APARC solicita formalmente através de oficio à Prefeitura de Duque de Caxias, à Câmara Municipal e à Procuradoria Geral do Município a adoção de medidas urgentes para regulamentação e fiscalização da lei, tanto na rede pública quanto privada.
“Direito à saúde não pode esperar. Regulamentar é garantir dignidade e salvar vidas.”
A implementação e normatização da Lei Federal nº 15.378/2026 no âmbito municipal revela-se medida essencial para o aprimoramento da gestão pública em saúde, tendo em vista que:
- Reduz significativamente conflitos administrativos e judiciais, ao estabelecer diretrizes claras sobre direitos e deveres dos pacientes e dos profissionais/servidores públicos;
- Promove maior segurança jurídica aos gestores e equipes de saúde, padronizando condutas e procedimentos;
- Aumenta a eficiência da máquina pública, ao evitar retrabalho, inconsistências nos atendimentos e falhas de comunicação institucional;
- Fortalece a humanização do atendimento, alinhando a prática assistencial aos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana;
- Regulamenta de forma equilibrada direitos e deveres, tanto dos pacientes quanto dos servidores públicos, promovendo relações mais transparentes, éticas e seguras no ambiente assistencial.
Dessa forma, a normatização local da referida legislação não apenas cumpre uma obrigação legal, mas também representa um avanço concreto na qualidade dos serviços públicos de saúde e na proteção institucional dos profissionais envolvidos.
Respeitosamente,



